Sarney, a quenga do Amapá.

O cônsul de Pindorama em Frankfurt indicou o livreco Saraminda, de Sarney, para ser traduzido para o alemão. A benevolente Biblioteca Nacional vai bancar 8 mil para a empreitada.
O magano da diplomacia é amigo do
Dono do Maranhão, mas jura que a indicação da obra foi feita por sua qualidade literária. Millôr Fernandes já comentara sobre o valor das obras do bigode da Arena: “Uma obra-prima sem similar na literatura de todos os tempos, pois só um gênio poderia fazer um livro errado da primeira à última frase”.
A trama do livreco é passada no Amapá. Conta a história de Saraminda, uma prostituta que se instala com seu dono num garimpo. A sensualidade da personagem é chupada de Gabriela, de Jorge Amado. Sarney trocou seu latifúndio eleitoral do Maranhão para ser senador pelo Amapá. Sua prostituição política vem da época da UDN, passou pela Arena, o bordel civil do regime militar, e pelo PDS. Hoje é uma velha cafetina dos donos de garimpos da política nacional.
Ao fim e ao cabo: Saraminda é um livro de memórias.

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Categorias: Mídia, Política | 1 Comentário

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Uma opinião sobre “Sarney, a quenga do Amapá.

  1. Professor Walace

    Ácido. Como sempre. Sarney renomeia o Bataclã de Amado, Senado.

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