A pátria de chuteiras na terceira divisão.

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Os 20 clubes mais caloteiros da pátria de chuteiras somam uma dívida de R$ 3,86 bilhões em 2011, frente aos R$ 3,23 bilhão de 2010. Para essa turma divida não se paga, rola-se.

Se eu tenho uma birosca e bebo mais que meus fregueses, o boteco quebra muito antes de uma cirrose acampar no meu fígado. Se eu for pego tentando enganar o leão da Receita ao longo de alguns anos, terei braços e pernas arrancados pela fera e grandes chances de conhecer nosso fabuloso sistema prisional. Já os cartolas superendividados ganham troféus com mais facilidade.

Uma solução simples seria exigir um fair play financeiro dos maganos. Para garantir paridade e igualdade numa competição, as equipes que não pagam não devem ser autorizadas a competir.

Um regulamento da CBF estipulando um limite para a dívida líquida ensinaria aos clubes a se tornarem normais e a não gastarem o dinheiro que não têm.

Isso seria possível se vivêssemos em outro planeta onde o lobby dos grandes clubes não tem uma sede desenfreada pelo poder e pelos lucros. Uma galáxia distante onde o futebol é sinônimo de equidade, oportunidade, paixão e diversidade.

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