Estupro: de quem é a culpa?

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Era apenas uma menina quando foi assediada pelo tio. Assistia à TV e ele se chegou num movimento de aproximação dos lábios. Quando entendeu, assustou-se e assustou-o. Ele partiu alvoroçado. Nunca contaram a ninguém. Não queriam magoar a tia. Não queriam tragédia na família. O pai com certeza mataria. Acordo mudo na cumplicidade entre vítima e agressor. Depois de muito tempo, aceitou uma bala do tio, que chorou um sorriso de desculpas.
Era apenas uma moça quando foi agredida pelo namorado da irmã gêmea. Voltavam de uma festa. A irmã veio mais cedo. A poucos metros de casa, o rapaz golpeou-a a murros. Desfaleceu. Não se lembra bem da violência. Passou a maior parte do tempo desmaiada. Sua memória surge em flashes que ela preferia não ter vivido. A dor maior foi a irmã não acreditar. Imagina-a morta desde então. O rapaz, temeroso da justiça local, procurou os caras da…

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