E o troféu Patife-Mariola vai para…

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Equilíbrio de Nash

O termo vem da Teoria dos Jogos. Representa uma situação em que, num jogo envolvendo dois ou mais participantes, nenhum jogador tem a ganhar mudando sua estratégia unilateralmente.
Na terra onde canta o sabiá, esse equilíbrio esportivo tem como modelo exemplar as grandes empreiteiras, que supostamente concorrendo, cada uma teria o interesse de conquistar o máximo. Só que não. Quando estão disputando o mesmo mercado, a conquista do máximo é impossível para todas. E foi assim que os maganos criaram o Clube da Propina, uma mamadeira gigante cheia de petróleo. Os consórcios da quadrilha seguiram e operam o mesmo jogo sujo nas obras da Copa e das Olimpíadas.

Demônios do Capital

No sétimo portal dos infernos, empresários fazem seguro de vida de funcionários, tendo como beneficiária… a própria empresa. Essa vilania do Grão-tinhoso começou com as grandes corporações norte-americanas que compravam apólices de vida dos principais executivos. Por serem funcionários fundamentais e caros, eles eram vistos como ativos da companhia. A partir dos anos 80, a criatividade dos mafarros expandiu-se e chegou ao chão das fábricas. Ganhou apelidos de “seguro do zelador” ou “seguro do caipira morto”.

A morte do funcionário da Wal-Mart, Michael Rice, de 48 anos, trouxe à luz o mundo das trevas. A Wal-Morte tinha feito um seguro de cerca de US$ 300 mil para o falecido. O dinheiro ficou pra quem? Para os anjos caídos da Hell-Mart!!
Enquanto isso a viúva do ex-trabalhador da empresa sofria com o luto e a luta pela sobrevivência. Depois do ritual macabro, a gigante varejista confessou seus atos demoníacos de ter feito esse tipo de seguro para milhares de empregados.

No pé do ouvido

 Você aí que não larga o diabo do celular nem quando está dirigindo. Não disfarça não! É com você mesmo que estou falando. Seu tarado! Fica dirigindo, fofocando com o aparelho do cão no pé do ouvido e enviando zap zap pro sétimo portal dos infernos. Quer morrer? Então vara o Palácio Guanabara, veloz e furioso, a 200 por hora. E leva junto com você a tranqueira do sub-troço do Pezão. Ou então anda de jumento, porque dois asnos sempre se entendem.

E o troféu Patife-Mariola vai para…

Posso garantir que não tem ninguém mais machucado do que eu. Falo com muita franqueza e com muita sinceridade. Eu sofro na alma, fui atingido na alma pelo que está acontecendo. O mais machucado de tudo isso foi eu”.

Beto Richa, o mártir injustiçado

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Categorias: Crítica, Política | Tags: | Deixe um comentário

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